Entenda porque a Frente Parlamentar Católica é contra o financiamento empresarial de campanhas

A Frente Parlamentar Católica é contra o financiamento empresarial de campanhas políticas.

Segundo o Deputado Givaldo Carimbão, líder da Frente, o fim do financiamento empresarial irá promover o debate de ideias, e não o debate econômico. A CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, também é contra o financiamento empresarial e trata disso em seu Projeto de Reforma Política.

Sobre o Projeto de Reforma Política proposto pela CNBB

O Projeto de Reforma Política foi lançado em setembro de 2013 e pretende, entre outras medidas, afastar a influência do poder econômico das eleições, proibindo a doação de empresas; reformular o sistema político, incluindo a questão de gênero e estimular a participação dos grupos sub-representados da sociedade; viabilizar a regulamentação do artigo 14 da Constituição, que trata dos instrumentos de participação popular como plebiscito, referendo e lei de iniciativa popular; melhorar o sistema político partidário, aumentando a participação de militantes e filiados em torno de um programa político; e promover a fidelidade partidária programática.

No início do mês, o papa Francisco falou entrevista à revista argentina La Carcova News sobre o financiamento de campanhas eleitorais. Ele afirmou que essa prática “envolve muitos interesses”, que depois cobram a conta. “Evidentemente, é um ideal, porque é preciso de dinheiro para manifestos, para a televisão. Em todo caso, que o financiamento seja público. Eu, como cidadão, sei que financio esse candidato com essa exata soma de dinheiro, que tudo seja transparente e limpo”, disse.

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